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PEDALANDO NA ESTRADA REAL

Caminho dos Diamantes - 7 dias e 6 noites

Ouro Preto – Muito ouro descoberto por mero acaso por uma expedição de paulistas chefiada pelo Bandeirante Antônio Dias. Assim nasce Ouro Preto, berço do Barroco Mineiro. Andar por suas ruas é contemplar o mais importante conjunto arquitetônico do país, suas igrejas, museus, pontes, chafarizes, casario e ruínas da mineração. Circundada pelos parques do Itacolomi e Tripuí e por várias cachoeiras, Ouro Preto mescla história, cultura e natureza. A cidade é Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1980.

Mariana – Berço da religiosidade mineira, Mariana nasceu do Arraial do Ribeirão do Carmo, fundado em 1703, próximo ao curso de água onde o bandeirante João Lopes de Lima descobriu o ouro na região. Em 1711, o arraial foi elevado a vila e passou a ser residência do governador Antônio de Albuquerque. Em 1745, a vila foi elevada a cidade e seu nome homenageou a Rainha Maria Ana da Áustria, mulher de D. João V, Rei de Portugal. Mariana tornou-se sede do primeiro bispado da região e a primeira cidade planejada do País, com suas linhas retas e praças retangulares.

Camargos – Distrito de Mariana, foi fundado pelo bandeirante Tomaz Lopes de Camargos em 1701. Em 1707 iniciou-se a construção da Matriz de Nossa Senhora da Conceição. As torres da igreja são baixas, o frontão triangular é simples, a porta é larga e ornamentada. No adro da Matriz há um cruzeiro de pedra-sabão, único em Minas Gerais. Outra atração são as ruínas da Fazenda do Barão, com marcas de pelourinho.

Santa Rita Durão – O antigo arraial era conhecido como Inficcionado, nome que definia os lugares onde as lavras de mineração eram assaltadas com frequência (há uma outra versão, a qual “inficcionado” era o nome dado ao ouro de má qualidade ali encontrado). A pequena área urbana do distrito é cercada pelas montanhas da Serra do Caraça e preserva casarões e igrejas do século XVIII, época da criação do antigo arraial.

Catas Altas – A pequena e tranquila cidade é rodeada pela imponente Serra do Caraça, principalmente em volta da praça onde está a Matriz de Nossa Senhora da Conceição, onde há um conjunto arquitetônico do período colonial bem preservado.

Santa Bárbara – A cidade arborizada e tranquila fica na bela região da Serra do Caraça e guarda um importante patrimônio histórico. São igrejas como a exuberante Matriz de Santo Antônio e o casario colonial em sua volta.

Barão de Cocais – Por volta de 1704, foram encontradas grandes quantidades de ouro ao sopé de uma montanha. Por se encontrar incrustrado entre elevações, seu primeiro nome foi São João do Presídio do Morro Grande. O nome do município homenageia o tenente coronel José Feliciano Pinto da Cunha, o Barão de Cocais.

Cocais - A vila colonial de Cocais foi fundada no dia 26 de julho de 1703 pelos bandeirantes Antônio e João Furtado Leite, irmãos portugueses que erigiram uma tosca capela sob a invocação de Santana. Em 1769 era construída uma igreja definitiva, a atual, que possui talha dourada no estilo oriental. Em 1835, quando o Barão de Cocais foi governador de Minas Gerais (presidente da província) realizou melhoramentos na vila de Cocais, como urbanização e calçamento, além da reforma da capela de Santana, como pintura, ampliação e douramento dos altares.

Bom Jesus do Amparo – Uma imagem do Senhor Bom Jesus, trazida de Amparo (Portugal) por João da Motta Ribeiro, originou o nome da cidade. Na Zona Metalúrgica, cercado pelas montanhas da Serra do Espinhaço, Bom Jesus faz divisa com Nova União, Caeté, São Gonçalo do Rio Abaixo, Itabira e Barão de Cocais. No centro, um ambiente é calmo e os únicos problemas são a algazarra e o cocô das andorinhas. Praças e coretos deixam bem claro para os visitantes que o lugar ainda vive no passado.

Ipoema – Distrito Itabirano fundado em abril de 1893, fazia parte de um corredor de escoamento de produtos agrícolas do norte de Minas para o Rio de Janeiro. Muita riqueza passou por Ipoema, na rota da Estrada Real. A vila conserva construções da época da fundação e o Museu do Tropeiro, além da belíssima Cachoeira do Macuco.

Senhora do Carmo – O povoamento de Senhora do Carmo, distrito de Itabira, começou no início do século XVIII com a concessão de carta de sesmaria ao português Chrispim Chrispiniano de Souza Coutinho, que recebeu a Fazenda das Cobras, depois transformada em vila. A economia baseia-se na agricultura, na pecuária e na indústria de laticínios, que abastece numerosas cidades com requeijão, manteiga e outros derivados do leite. O distrito é banhado pelo Rio Tanque.

Itambé do Mato Dentro – A denominação “itambé” tem origem tupi e significa “pico agudo”, provavelmente um referência dos indígenas ao Pico do Itacolomi de Itambé, com 1642 m de altitude e que faz parte da Serra do Espinhaço. A história de Itambé do Mato Dentro está relacionada às explorações das bandeiras em busca de minerais valiosos. Conta-se que o primeiro povoado teria se iniciado com a bandeira de Romão Gramacho no final do século 17, onde construiu uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Oliveira.

Morro do Pilar – O arraial de Morro do Gaspar Soares teve início quando o bandeirante Gaspar Soares, em busca de metais preciosos no começo do século 18, ergueu um povoado. Depois de um período de desenvolvimento, a estagnação das reservas de ouro levou o povoado à decadência econômica. No entanto, na primeira década do século 19, devido às grandes reservas de minério, o intendente dos diamantes Manuel Ferreira da Câmara Bittencourt, instalou a Real Fábrica de Ferro que funcionou até 1830.

Conceição do Mato Dentro - A Incursão desbravadora das Bandeiras pelo vasto sertão do Mato Dentro conduziu-as à descoberta das reservas auríferas do Iviturí, dando origem a Vila do Príncipe, hoje, Serro. Nessa jurisdição político-administrativa, Conceição do Mato Dentro, então Conceição do Serro, ficou como distrito por mais de um século. No ano de 1702 partiu do movimentado centro de mineração surgido no Serro Frio a caravana exploradora integrada por Gabriel Ponce de Leon, Manoel Correia de Paiva e Gaspar Soares, em busca de novas descobertas. Na sua marcha rumo ao sul - anota ainda o culto conterrâneo - estabeleceram sucessivamente os arraiais de Tapera, Córregos, Conceição do Mato Dentro e Morro do Pilar, primitivamente Morro Gaspar Soares, em homenagem ao descobridor, ali aportado em navegação pelas águas do rio Santo Antônio.

Santo Antônio do Norte – Nasceu como Arraial de Tapera no século 18, junto ao rio Santo Antônio, onde se empreendia a exploração do ouro. Com o fim da mineração, os habitantes passaram a fabricar tecidos de algodão. Eram manufaturadas peças de qualidade – chapéus, colchas, lençóis e toalhas – que chegaram a ser comercializadas no Rio de Janeiro. A Igreja de Santo Antônio, erguida nos primeiros anos de existência do povoado, fica em uma ampla praça gramada. Construída com madeira e adobe, sua nave, capela-mor e sacristias laterais. No forro da capela-mor pode ser vista uma pintura com perspectiva barroca, na qual figura Santo Antônio acompanhado de Cristo e anjos.

Serro – O conjunto arquitetônico e urbanístico de Serro, que ainda guarda características de uma antiga vila setecentista mineira foi, em 1938, o primeiro do País a ser tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. A cidade preserva tradições religiosas como as festas do Divino, em maio e a de Nossa Senhora do Rosário, ambas com manifestações folclóricas e populares apresentadas pelos grupos de congada. A cidade também é a terra do saboroso queijo do Serro. Cujo processo de produção foi registrado como bem imaterial de Minas Gerais.

Milho Verde – O pequeno distrito de Milho Verde, situado nas vertentes da Serra do Espinhaço e não muito distante da cabeceira do Rio Jequitinhonha, encanta pela simplicidade. Tem como atrações um conjunto de construções coloniais formado por duas igrejas e o singelo casario, além de cachoeiras e trilhas na mata.

São Gonçalo do Rio das Pedras – O tranqüilo distrito de São Gonçalo do Rio das Pedras, com seu casario preservado e ruas calçadas de pedras é uma interessante amostra do ambiente colonial de Minas Gerais.

Vau – Saindo São Gonçalo do Rio das Pedras em direção a Diamantina no dorso da Estrada Real, encontra-se a pequena vila com o nome de Vau (“fundo de vale”). Neste local existem vestígios de quilombos, pinturas rupestres, o rio Jequitinhonha e diversas cachoeiras.

Diamantina – Jóia na porta de entrada do Vale do Jequitinhonha ao norte de Minas Gerais, essa cidade colonial emoldurada pela Serra do Espinhaço soube preservar o incrível patrimônio histórico formado nos tempos prósperos da mineração de diamantes. Seu traçado urbano colonial e o conjunto de ricas igrejas, casarões imponentes e prédios públicos, que remetem ao Arraial do Tejuco, ganharam o título de Patrimônio Cultural Mundial concedido pela Unesco em 1999. Suas tradições culturais hoje se manifestam nas apresentações musicais das Vesperatas, nos pratos da culinária mineira e no autêntico artesanato regional.

Roteiro detalhado

1º dia:
07:00 - Encontro dos participantes em Belo Horizonte (ou Aeroporto).
07:15 - Embarque no transporte com destino a Ouro Preto / MG (94 km).
09:00 - Chegada a Ouro Preto e breve explicação sobre a Estrada Real e os seus caminhos. Tempo livre para fotos, organização da mochila e alongamento.
09:30 - Início do passeio (64 km) em direção a Catas Altas, passando por Mariana e Santa Rita Durão.
Obs.: percurso em asfalto e trechos de estrada de terra, com subidas e descidas íngremes, caminho sinuoso e pouca sombra.
15:30 – Chegada a Catas Altas e acomodação na pousada.
16:00 - Almoço.
Noite livre...

2º dia:
07:00 - Café da manhã.
08:00 - Tempo livre para fotos, organização da mochila e alongamento.
09:00 - Início do passeio (48 km) até o a Vila de Cocais, passando pelo Bicame de Pedras, Santa Bárbara e Barão de Cocais.
Obs.: percurso em estrada de terra com subidas e descidas íngremes. No final o pedal é feito por uma subida de 12 km dentro de uma “Estrada Parque” desenvolvido pela AMDA. Trecho arborizado e com floração exuberante.
15:30 – Chegada a Cocais e acomodação nos apartamentos da pousada.
16:00 - Almoço.
Noite livre...

3º dia:
07:00 – Café da manhã.
08:00 – Alongamento é início do passeio (38 km) em direção a Ipoema, passando por Bom Jesus do Amparo.
- Este percurso é em estrada de terra estreita, com descidas e subidas moderadas. Atravessaremos uma grande área de reflorestamento. Na segunda parte, faremos o pedal em um trecho asfaltado de 13 km.
14:00 - Chegada a Ipoema e acomodação nos apartamentos da pousada.
15:00 - Almoçar.
Noite livre...

4º dia:
07:00 - Café da manhã.
08:00 - Alongamento e início do passeio (66 km) até Conceição do Mato Dentro, passando por Senhora do Carmo, Itambé do Mato Dentro e Morro do Pilar.
Obs.: este percurso é em estrada de terra sinuosa e estreita com subidas e descidas íngremes.
16:00 - Chegada a Itambé do Mato Dentro.
16:30 - Almoço.
17:30 - Traslado até Conceição do Mato Dentro.
18:30 – Chegada a Conceição do Mato Dentro e acomodação nos apartamentos da pousada.
Noite livre...

5º dia:
07:00 - Café da manhã.
08:00 - Alongamento e início do passeio (38 km) até a cidade do Serro, passando por Córregos, Santo Antônio o Norte e Itapanhoacanga.  
Obs.: este percurso é em estrada de terra sinuosa, com subidas e descidas longas e acentuadas.
14:00 - Chegada ao Serrao e acomodação na pousada.
14:30 – Almoço.
Tarde e noite livres...

6º dia:
07:00 - Café da manhã.
08:00 - Alongamento e início do passeio (66 km) com destino a Diamantina, passando por Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras.
- Este percurso é em estrada de terra e asfalto, trechos sinuoso com subidas e descidas longas e acentuadas.
16:00 – Chegada a Diamantina.
16:30 - Almoço.
Noite livre...

7º dia:
08:00 - Acordar.
09:00 - Passeio pelo centro histórico de Diamantina.
12:00 - Almoço.
14:00 - Embarque no transporte para retorno a Belo Horizonte.

(ER) Roteiro da Estrada Real

Passeios

Neste roteiro você percorrerá a Estrada Real de Diamantina a Belo Horizonte, passando por vilas e localidades que preservam casarios e costumes do século XVIII.

Dicas

- Durante os passeios é aconselhável usar: capacete, luvas, óculos, camiseta e bermuda justa;
- Os participantes devem levar uma pochete com objetos pessoais, alimentos leves sucifientes para todo o passeio, água, uma lanterna, uma câmera de ar, um canivete pequeno, medicamentos de uso pessoal e uma muda de roupa extra;
- A alimentação ideal para os passeios é: sanduíches naturais, frutas, chocolates, biscoitos, bebidas isotônicas, água e produtos energéticos;
- Aconselhamos levar ainda, máquina fotográfica, protetor solar, óculos escuros e um bom agasalho para o frio.
- NÃO DEIXE DE REVISAR A SUA BICICLETA ANTES DE COLOCA-LA NA TRILHA.

Observações

- Este passeio acontece de na data que você tiver interesse (exceto feriado), com no mínimo 4 pessoas;
- Passeio indicado para pessoas que gostam de praticar atividades em contato com a natureza, já tenham experiência em pedalar, sejam amantes das “magrelas” e curtem superar grandes desaos;
- Para Guia de Turismo Bilíngue (Inglês, Francês ou Espanhol), acrescentar R$ 700,00 no valor total da compra;
- Em alguns trechos do passeio do passeio haverá um carro de apoio;
- De acordo com o interesse do cliente, podemos fazer pequenas alterações no roteiro;
- Entre em contato para agendar o seu passeio.

Características do roteiro

Datas disponíveis

Nenhuma data disponível!

Investimento por pessoa

R$ 2.990,00 por pessoa

Itens inclusos no roteiro

transporte rodoviário (ida e volta), transporte da bicicleta, carro de apoio com água e frutas, 6 noites em pousada, 6 cafés da manhã, 6 almoços, passeio, seguro e Guia de Turismo.

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